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segunda-feira, 16 de março de 2009

Madeleine Peyroux

Madeleine Peyroux

Madeleine Peyroux pode até ser lembrada como a Billie Holiday dos anos 90, contudo, (Apesar de confessar que Peyroux lembra Billie em algumas canções) existem algumas diferenças entre elas e cada uma tem seu próprio timbre e interpretação.

A cantora norte-americana lançou em 1996 pelo selo Atlantic Records seu primeiro albúm "Dreamland", e foi conciderada uma vocalista de altíssimo nivél para uma "iniciante" no mundo dos jazzistas.

Com a voz distinta de Peyroux não sendo atrapalhada por arranjos complicados, o 1° trabalho da grupo procurou exaltar o grande timbre do vocal da cantora, e de quebra, agrupou um elenco dos mais renomados jazzistas de New York:

Cyrus Chestnut
Léon Parker
Vernon Reid
Marc Ribot
James Carter.

Nascida em 1974 na Geórgia e moradora da Califórnia, Madeleine traz em sua bagagem ótimas experiências musicais, que vão desde o soul do Brooklyn até as clássicas de Paris.

Peyroux passou a maior parte de sua carreira de seis anos se apresentando como artista de rua em Paris, e apenas ocasionalmente em clubes nos Estados Unidos. Vivendo uma vida anônima, ela continuou a contribuir com o trabalho de outros artistas, mas raramente se apresentava em clubes com seu verdadeiro nome.

Problemas legais
Peyroux e sua gravadora foram processados por William Galison em 2004. De acordo com a gravadora, a Rounder Records', Peyroux e seu agente apresentaram o EP Got You On My Mind a eles como a demo da cantora, exclusivamente, concordando ainda em comercializá-lo apenas depois do lançamento de Careless Love. De acordo com Peyroux e seus advogados, ela contou à gravadora Rounder que Galison era o co-autor da gravação. Gallison lançou o álbum por um selo próprio.


Discografia
(1996) Dreamland
(2004) Got You on My Mind, with William Galison
(2004) Careless Love
(2006) Half the Perfect World

Last FM
Site Oficial

Downloads:
half the perfect word



Opinião: E é realmente desta maneira ... com o ar de jazz, um leve aroma de blues e uma levada suave, que Madeleine Peyroux vem conquistando seu espaço. O trabalho da vocalista vem fazendo sucesso, e vai garantido a manutenção da criatividade de Peyroux. Quem ganha com isto? Todos nós, é claro!
Som altamente recomendado.

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

Louis Armstrong

Louis Armstrong (EUA)

Nascido em Stortyville, New Orleans (EUA), Louis Armstrong é, sem dúvida, o músico de jazz mais conhecido do público em todo o mundo. Por muitos críticos é considerado “a personificação do jazz”. Seu retrato e sua voz são inconfundíveis, até para quem não é um louco por jazz.
Armstrong influência muito mais do que apenas o jazz, e até ao final de sua carreira nos anos 60 era amplamente considerado como uma influência profunda sobre a música popular em geral.

Steve Leggett Armstrong descreve LOUIS como "talvez o mais importante músico americano do século 20"

Após uma vida complicada e muitas dificuldades para começar a tocar, Armstrong conseguiu comprar uma corneta e, sozinho, começou a tocá-la, além disto, também cantava com um grupo pelas ruas para ganhar uns trocados a mais, e foi em um destes momentos que na noite do ano novo de 1912, por brincadeira, atirou para o alto com um revólver e de imediato foi enviado a um reformatório, onde passaria um ano e meio.
Curiosamente foi neste tempo afastado que a "personificação do jazz" foi surgindo, Armstrong teve mais contato com a música e tocando bugle e corneta na banda da instituição, inicou seu longo caminho na estrada da música.
Quando saiu, Louis Armstring fez diversos "bicos" com musico pela cidade, e foi em uma destas empreitadas que sua música começou a ser conhecida em New Orleans.
Sua popularidade cresceu muito com o rádio, os filmes e mais tarde, com a televisão. A voz grave e um estilo inconfundível de cantar, emitindo às vezes sílabas sem sentido, em vez da letra da canção, como se a voz imitasse um instrumento, tornou-se sua marca registrada, tanto quanto o seu trompete.
O músico morreu dormindo em sua casa no Queens, em Nova York. Armstrong, porém, permanece como um dos mais famosos nomes do jazz de todos os tempos.

Discografia:
1923 – King Oliver's Creole Jazz Band
1924-1925 – Clarence Williams' Blue Five (Okeh. Many reissues)
1925-1927 -"Louis Armstrong & His Hot 5/Louis Armstrong & His Hot 7"
1947 – Satchmo at Symphony Hall, Vol. 2 [live] (Decca)
1951 – Satchmo at Pasadena [live] (Decca)
1954 – Louis Armstrong Plays W.C. Handy (Columbia/Legacy)
1955 – Louis Armstrong at the Crescendo, Vol. 1 [live] (Decca)
1956 – Ella and Louis (Verve) junto a Ella Fitzgerald
1957 – Ella and Louis Again (Verve) junto a Ella Fitzgerald
1957 – Porgy and Bess (Verve) junto a Ella Fitzgerald
1960 - Louie And The Dukes Of Dixieland
1961 – Together for the First Time [With Duke Ellington] (Roulette)
1963 - Hello, Dolly!
1997 – The Complete Ella Fitzgerald & Louis Armstrong on Verve (Verve)
2006 – Complete New York Town Hall & Boston Symphony Hall Concerts (DeFinitive)

Ouvir no LAST FM

Download:
1956 – Ella and Louis
1960 - Louie And The Dukes Of Dixieland

Opinião: Para mim Louis Armstrong, juntamente a Miles Davis, foram as maiores personalidades do jazz de todos os tempos. Louis foi tido por muitos como um ‘bom crioulo’ bochechudo e engraçado, que revolucionou a música de jazz de uma forma tão profunda e radical que podemos considerá-lo um marco histórico para o segmento: o jazz antes e depois de Louis Armstrong. Som relaxante e muito agradável.

terça-feira, 30 de setembro de 2008

Bandits of the Acoustic Revolution

Bandits of the Acoustic Revolution (EUA)

Bandits of the Acoustic Revolution é uma banda americana que trás em seu gênero influências que vão desde ska e punk até musica clássica e do leste-europeu.

Formação:
Tomas Kalnoky ( ex-Catch 22 )
Jamie Egan ( ex-Catch 22 )
Nick Afflitto
Marcy Ciuffreda
Rachel Goldstein
Layton Hayes
John Paul Jones
Aquiles Kalnoky
Paul Lowndes
Chris Paszik
Mark Rendeiro
Dan Ross
Pete Sibilia
Shane Thomson
Natalia Ushak

Ao contrário de outras bandas do cenário atual, que reúnem principalmente ska e punk, Bandits of the Acoustic Revolution vem tomando a forma totalmente acústico ensemble, tendo por base muitas caracteristicas da musica clássica.
Em 2001 lançaram seu primeiro CD intitulado "A Call to Arms".

Bandits of the Acoustic Revolution pode ser considerado um projeto paralelo de Tomas Kalnoky, visto que, o grande foco do musico é o projeto Streetlight Manifesto (farei um post desta banda também) onde alguns dos membros da BOTAR o acompanham neste outro projeto. A partir do fim de 2003, Bandits of the Acoustic Revolution tem estado parado, enquanto Streetlight Manifesto realiza constantes tours pelos EUA, porém, existem planos para futuras gravações incluindo um albúm que já vem sendo gravado desde 2001 "99 Songs of Revolution".
Tomas disse, em 8 de Outubro de 2006 que 30 canções do "99 Songs of Revolution" estão escritas e que se espera que sejam gravadas o quanto antes pela banda.

Discografia:
A Call to Arms (2001)


Site Oficial
My Space
Last FM

A Call to Arms (torrent)

Opinião: Banda extremamente diferenciada, os detalhes de musica clássica fazem uma diferença fundamental na banda. Os violões são bem definidos, o acústico estilo ensemble é bem tocado, e os intrumentos de sobro bem colocados. O que talvez deixe um pouco a desejar é o vocal, que ao meu ver não se enquadra muito ao estilo, mas nada que abrilhante os musicos e a banda em si. Muito Bom!

sexta-feira, 12 de setembro de 2008

DobaCaracol

DobaCaracol (Canadá)


Grupo natural de Montreal (Quebéc - Canadá) formado em 1998 pelas belas garotas Doba e Caracol, ou melhor dizendo, pelas cantoras multinstrumentistas Doriane Fabreg e Carol Facal. Uniram-se a elas 5 fantásticos músicos:

Lafléche
Lepage
Coulibaly,
Lizotte
Audet-Halde

O estilo musical da banda é inspirado pela música tradicional latina, o jazz e as raízes culturais de diversificadas nações.
Este ano, a banda embarcou em sua primeira turnê mundial.

Opinião: Uma agradável mistura de ritmos e sons verdadeiramente harmoniosos, estonteantes. Em algumas canções me lembra muito Mano Chao e em outras até Miles Davis.
Muito bom


Formação:
Doriane Fabreg
Carole Facal
Maxime Lepage
David Laflèche
Mohamed "Momo" Coulibaly
Martin Lizotte

Discografias:
2001 Le calme-son
2003 Homa
2004 Soley

Site Oficial
Para ouvir, Last FM

Download:
Soley - Dobacaracol

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Coquetel Acapulco

Coquetel Acapulco (Brasil)

Banda carioca que toca um divertido e animado Ska com influências de Jazz. Em seus concorridos shows no Rio de Janeiro, já dividiram o palco com Móveis Coloniais de Acaju, Bois de Gerião, Sapo Banjo, Firebug, Djangos, NY Jazz Ska Ensemble e Slackers.
Ultimamente a banda tem expandido seu trabalho por todo o Brasil, tocando por diversas vezes em Brasília e SP.

Formado por ex-integrantes de diversos outros grupos da cena independente do Rio de Janeiro, o Coquetel Acapulco traz em seu som generosas doses de ska, com influências que vão desde Specials até Paralamas do Sucesso, sem ter vergonha de deixar diversos outros sons subentendidos no meio da mistura - como samba, dub, rock e blues.

Opinião: Uma das boas bandas da nova geração de Ska/Jazz nacional.
Ao contrário da maioria tendênciosa das bandas novas que partem para o SKA CORE/PUNK, a banda vai contra a maré e faz um ska/jazz de grande sonoridade, e ao aliarem o seu instrumental de qualidade as raízes de samba e blues a banda torna-se uma das mais conceituadas do país.


Formação:
Aline nabisi - voz
Luiz de marco - guitarra
Léo mahfuz - baixo
Luiz henrique costa - trombone
Fernando arruda - trombone
San - trompete
Filipe rebello - bateria

Contato da banda
Fotolog
Blog da banda
Para ouvir e baixar Trama Virtual
Para ouvir Last FM
Para ouvir e baixar My Space

quinta-feira, 31 de julho de 2008

História do Jazz

Assim como já apresentei a história do Ska, trago para vocês um aglomerado de textos que encontrei e que podem explicar melhor a história e o surgimento do Jazz.



História do Jazz

O Jazz nasceu directamente da cultura negra. Nas viagens dos navios negreiros da África para os Estados Unidos, os negros que não morriam de doenças eram obrigados a dançar para manterem a saúde. As danças tradicionais dos senhores brancos eram as polcas, as valsas e as quadrilhas, e os negros imitavam-nos com o intuito de os ridicularizar, mas dançavam de acordo com a visão que tinham da cultura europeia, e misturando um pouco com as danças que conheciam. Dessa forma, surgiu a dança que era uma mistura da imitação dos ritmos europeus com os costumes naturais dos negros.
Em 1740, os tambores foram proibidos no sul dos Estados Unidos para evitar insurreições dos negros. Assim, para executar as suas danças, eles foram obrigados a improvisar com outras formas de som, como palmas, sapateado, e o banjo.
No início do século XX, as danças afro-americanas começaram a entrar para os salões, e a sofrer novas influências: do can-can e do charleston, principalmente. Logo, essa dança que se pode até chamar de “mista”, tomou conta dos palcos e da broadway, transformando-se na conhecida comédia musical. A comédia musical, por sua vez, não é nada mais que o segundo nome dado à dança mais conhecida como jazz.

As primeiras gravações mais fáceis de arranjar, datam entre 1920 e 1930.

Louis Armstrong("Pops" ou "Satchmo") era então a grande figura, tocando em grupos como os "Hot Five" ou "Hot Seven" . O estilo dos grupos desta época é referenciado como New Orleans jazz ou Dixieland, sendo uma música caracterizada por uma improvisação colectiva, todos os músicos intervenientes improvisam dentro da estrutura harmónica da música.
A Louis, cantor, foi creditada a invenção do scat, técnica muito utilizada no canto de jazz, que consiste no cantarolar sílabas soltas tornando a voz num instrumento musical solista, possibilitando ao executante, improvisar com a voz, tal como outros faziam nos instrumentos de percussão, sopro,... e cordas, que não é mais do que se passa com a voz.
A cidade de New Orleans teve um papel preponderante no início do desenvolvimento do jazz. A cidade era uma autêntica porta aberta aos sons picantes das Caraíbas e do México, e com uma população negra estabelecida, o crescente da cidade foi uma fonte de desenvolvimentos de novas musicas no início do século.
Foi então, sem surpresa que apareceram grandes tocadores de clarinete, Johnny Dodds, Jimmy Noone e Sidney Bechet.
Um dos primeiros grandes trompetistas, Joe "King" Oliver e o seu protegido (e futura estrela) Louis Armstrong chegaram a New Orleans com outras influências, assim como também Jelly Roll Morton.
A norte, a cidade de Chicago, tornou-se na década de 1920, após o encerramento dos clubes da área de Storyville em New Orleans, o ponto de paragem dos músicos, alguns dos que foram aclamados pelo seu trabalho nesta cidade são Earl Hines, Johnny Dodds, Louis Armstrong e King Oliver.
O Jazz começava a ganhar cada vez mais alma com as vendas das gravações feitas na cidade do vento para toda a América.

A cidade de New York contribuiu de várias maneiras para o enriquecimento do jazz.
O primeiro estilo de piano a ser inserido no jazz foi um desenvlovido a partir do ragtime que era muito popular na altura em New York.
A cidade era também o centro de todo o negócio da divulgação da música.
Também foi lá que James Reese Europe experimentou o jazz em grandes orquestras. Muitas das suas primeiras gravações podem ser consideradas ragtime, mas as suas gravações mais tardias, em 1919 mostram claramente uma improvisação de simples e puro jazz.

Nos anos 20 aparecem duas orquestras pioneiras que irão afectar determinantemente o futuro do jazz:
A primeira refere-se à de Fletcher Henderson, que reuniu uma banda e tornou-se em 1923 a primeira a aprecer no Cotton Club. Henderson reuniu algumas futuras estrelas como Coleman Hawkins e Don Redman, mas só quando trouxe para a banda Louis Armstrong é que a banda se começou a desenvolver num grupo completamente de jazz, que iria servir de suporte à era do swing.

No princípio da década de 20 Duke Ellingon mudou-se de Washington para New York e começou a desenvolver as suas capacidades como compositor e "arranger" que iriam ser a sua imagem de marca, e que o iria acompanhar durante toda a sua carreira de sucesso.

Durante os anos 20 e 30 houveram diversos grupos conhecidos como Territory Bands a tocar pelas cidades mais pequenas dos E.U.A. . Nos finais dos anos 20 Kansas City´s Bennie Moten Band adquiriu membros da Walter Page´s Blues Devils que formados na cidade de Oklahoma. Este grupo mais tarde teria entrada na orquestra de Count Basie.
As outras cidades com Jazz scenes foram St. Louis, Memphis e Detroit.

Com a evolução do jazz, a música de dança extremamente bem arranjada tornou-se norma. Quando os músicos brancos, tal como Benny Goodman, aderiram aos arranjos dos negros, o jazz começou a entrar no período do Swing e das Big Bands.

Muitas bandas negras e brancas viajaram ao longo dos E.U.A. enchendo as rádios de swing, um termo que se tornou sinónimo de jazz. Grandes bandas eram as de Jimmy Lunceford, Chick Webb, Mills Blue Rythm and Andy Kirk´s Clouds of joy. Apareceram também grandes vocalistas como Ella Fitzgerald, Billie Holiday e Fats Waller.

Renato Carosone


Renato Carosone (Itália)

Renato Carosone nasceu em 03 de janeiro 1920 e veio a falecer em 20 de Maio de 2001. Renato foi uma das maiores figuras do cenário italiano musical na segunda metade do século 20, foi também um moderno executante da chamada "canzone napoletana" icorporando um jazz de altíssima qualidade em seu repertório.
Nascido em Nápoles (Itália), Carosone estudou piano em sua cidade natal em um consevatório e obteve o diploma de musico em 1937, quando tinha apenas 17 anos. Logo o garoto se destacou e assinou um contrato como um líder de banda para uma turnê na África. Após esse trabalho, ele acabou ficando em Addis Abeba(África) trabalhando como um "pianoplayer".
Em pouco tempo ele se tornou bastante conhecida realizando uma centena de shows como lider de banda, porém, retornou à Itália apenas em 1946, após o fim da Segunda Guerra Mundial.
Esses quase dez anos passados no estrangeiro expos o agora homem Renato Carosone a novos ritmos e novos sons, contudo, apesar de seu sucesso internacional obtido nestes anos de trabalho, seu som não era reconhecido em seu país, e Renato Carosone era um estranho para o público italiano, e isto fez com que o pianista tivesse de começar a sua carreira novamente, tocando piano em algumas pequenas bandas de dance-hall.

Em 1949 Carosone realmente montou a banda com quem iria fazer sua história.
O pianista italiano se juntou ao guitarrista holandes Peter Van Wood, ao baterista italiano Gegè Di Giacomo e ao baixista, violinista e violonista húngaro Gypsy Elek Bacsik.
A banda obteve algumas alterações mais tarde, sofrendo com a saída de Van Wood e integrando novos musicos em sua formação.
Durante a década de 1950 Carosone se tornou mais e mais popular, e sua orquestra foi de grande procura para concertos na época, tanto na Itália como em paises do estrangeiro, além é claro dos altos registros de vendas de seus trabalhos.

Um exemplo de seu sucesso no mundo inteiro: A canção Torero (especialmente composta para um turista espanhol) permaneceu por 14 semanas em 1° lugar nos EUA, sendo traduzida para 12 idiomas e tendo nada menos do que 30 versões registradas na época.

Em 5 de Janeiro de 1957 Carosone e sua banda começaram uma turnê de +- 02 anos pela américa, passando por diversos países e tocando em diversas casas de shows. O último concerto foi uma triunfal e prestigiosa apresentação em Carnegie Hall (Nova York), sendo esta, uma das últimas apresentações da banda, pois em 1960 Renato Carosone resolveu se "aposentar".

Opinião: Ótimo pianista, que faz misturas muito interessantes. Um som muito inovador para sua época.
Homem muito inteligente, soube encerrar sua carreira no auge.


Site Oficial
Last FM
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quinta-feira, 24 de julho de 2008

Bill Evans


Bill Evans

William "Bill" John Evans nascido em Plainfield em 16 de agosto de 1929, foi considerado um dos mais importantes músicos de jazz da história, sendo até hoje uma das referências do piano de jazz pós-50.
A utilização da harmonia impressiona até hoje, e pode ser notada em interpretações inventivas do repertório tradicional de jazz e suas linhas melódicas sincopadas e polirrítmicas influenciando toda uma geração de pianistas, incluindo Herbie Hancock, Denny Zeitlin, Chick Corea, e Keith Jarrett, e seu trabalho continua a influenciar jovens pianistas como Fred Hersch, Esbjörn Svensson, Bill Charlap, e Lyle Mays e outras instrumentistas como o guitarrista John McLaughlin.
Evans foi o primeiro pianista moderno "modal". Seu fraseado elegante e suas harmonias sofisticadas indicam influências de Debussy, Ravel e, recuando um pouco no tempo, até mesmo Chopin.
Devido a sua grande qualidade técnica Evans teve a oportunidade de gravar em vários contextos com alguns dos maiores nomes do jazz de sua época, entre eles George Russell, Charles Mingus, Oliver Nelson, e Art Farmer.
Sua carreira foi encurtada devido a problemas com drogas, que minaram severamente sua saúde; no entanto, Evans conseguiu manter um alto padrão de qualidade musical em sua discografia e morreu de insuficiência hepática e hemorragia interna prococada pelo uso continuado de heroína e cocaína.

Discografia:
New Jazz Conceptions (1956)
Everybody Digs Bill Evans (1958)
Green Dolphin Street (1959, só lançada nos anos 70)
Portrait in Jazz (1959)
Explorations (1961)
Sunday at the Village Vanguard (1961)
Waltz for Debby (1961)
How My Heart Sings (1962)
Interplay (1962)
Moonbeams (1962)
Conversations With Myself (1963)
The Solo Sessions (2 volumes 1963)
At Shelly's Manne Hole (1963)
Waltz for Debby (com Monica Zetterlund) (1964)
The Ivory Hinters (com Bob Brookmeyer (piano)) (1959)
Undercurrent com Jim Hall (1963)
Trio '64 (1964)
Trio '65 (1965)
Bill Evans Trio with Symphony Orchestra (1965)
Bill Evans at Town Hall (1966)
Intermodulation (com Jim Hall) (1966)
Symbiosis (1974)

Opinião: Sem palavras! Um dos melhores pianistas do mundo. Som muito agradavel. RECOMENDADÍSSIMO!

Site Oficial

Downloads:

THE COMPLETE RIVERSIDE RECORDINGS - Parte 1 (CD1)
THE COMPLETE RIVERSIDE RECORDINGS - Parte 2 (CD1)
THE COMPLETE RIVERSIDE RECORDINGS - Parte 1 (CD2)
THE COMPLETE RIVERSIDE RECORDINGS - Parte 2 (CD2)
THE COMPLETE RIVERSIDE RECORDINGS - Parte 1 (CD3)
THE COMPLETE RIVERSIDE RECORDINGS - Parte 2 (CD3)
Senha: evans

Waltz for Debby - Parte 1
Waltz for Debby - Parte 2

Stan Getz & Bill Evans

quarta-feira, 16 de julho de 2008

Tora Tora Big Band

Tora Tora Big Band ( Lisboa, Portugal )

Formada em Lisboa em 2001, a banda conta com 12 experientes musicos que formam uma orquestra de jazz que proporciona uma vibração impolgante de energia e calor sonoro.
Tora Tora Big Band reúne músicos de seis nacionalidades diferentes e um poderoso naipe de metais com uma secção rítmica estrondosa. Através dum repertório originalissímo que cruza o Jazz e o Ska, a banda quer renovar o velho conceito das antigas big bands que tocavam música para dançar, apresentado porém, elementos diferenciados em sua mistura (Afromusic, Musica Latina, Funk, Arabic, Trance, Reggae e Drum’n Bass, Musica Brasileira, Musica Caribeña).O início do grupo foi impulsionados pela vontade do trompetista Johannes Krieger e o trombonista Lars Arens, dois alemães que moram em Portugal. O propósito deles era criar uma orquestra que tocasse música para dançar, e desta maneira, convidaram mais 10 músicos consagrados para lhes acompanhar, resultando uma consistente formação de metais e secção rítmica, onde o intercâmbio geográfico e cultural dos seus integrantes, faz com que o Jazz se cruze com sonoridades dos quatro cantos do mundo.

Opinião: Banda bacana! Pra quem gosta de Jazz e naipe de metais, esta banda é muito indicada, possui uma sonoridade muito grande, e ótimos instrumentistas. Apesar de pouco conhecida no Brasil e no mundo, TORA TORA BIG BAND não deixa a desejar em nada quando comparada a outras bandas deste genero que já estão consagradas.

Fromação:

Miguel Gonçalves (Brasil) Trompete
Johannes Krieger (Alemanha) Trompete
Guto Lucena (Brasil) Saxo Alto e Saxo Barítono
Zé Maria (Portugal) Saxo Alto
Lars Arens (Alemanha) Trombone
Peter Wetherill (EUA) Trombone
Claus Nymark (Dinamarca) Trombone
David Rodrigues (Portugal) Bateria
Francesco Valente (Itália) Baixo
Filipe Raposo (Portugal) Teclado
Hugo Menezes (Portugal) Percussão
André Pacheco “Junior“ (Portugal) Percussão

*

terça-feira, 1 de julho de 2008

Squirrel Nut Zippers

Squirrel Nut Zippers (EUA)

A banda é conhecida por fazer um som muito original, buscando no humor sarcástico misturado com Jazz dançante da década de 20, Billie Holiday, Louis Armstrong, blues, jazz cigano e swing, o segredo de seu sucesso.
Formada em 1993 em Chapel Hill, Carolina do Norte EUA, Squirrel Nut Zippers tinha em sua formação original os seguintes integrantes:
James "Jimbo" Mathus
Katharine Whalen
Chris Phillips
Raleigh Don
Ken Mosher

Durante alguns anos a banda eclética mantinha-se firme, porém, após vários anos desativada, a banda voltou a ativa, e em 2007 os membros originais banda começaram uma nova fase seleccionando novas turnês para o mesmo ano e o ano seguinte (2008).
Integrantes atuais:
James "Jimbo" Mathus - vocais, guitarra, banjo, trombone, piano
Katharine Whalen - vocais, banjo
Stuart Cole - baixo
Chris Phillips - percussão, tambores, bateria
Je Widenhouse - trompete, corneta
Will Dawson - saxofone, piano



Opinião: Banda muito bacana, o vocal feminino em algumas musicas da um toque especial ao som, que por si só já possui uma qualidade tremenda. O jazz focado pela banda é muito bem tocado e de uma harmonia grandiosa, transformando o som em algo muito agradavél de se ouvir, tanto em musicas como "Low Down Man" quanto em "The ghost of Stephen Foster", mostrando a grandiosa linha sonora que a banda consegue atravessar.


http://www.myspace.com/snzippers


Download:

sold out
http://d.turboupload.com/d/683948/squirrel_nut_zippers_-_sold_out_1997.rar.html

Hot
http://rapidshare.com/files/9322266/Hot.rar.html

The Inevitable
http://rapidshare.com/files/9308996/The_Inevitable.rar.html

Perennial Favorites
http://rapidshare.com/files/9317867/Perennial_Favorites.rar.html

Christmas Caravan
http://rapidshare.com/files/9330959/Chistmas_Caravan.rar.html

Bedlam Ballroom
http://rapidshare.com/files/9341031/Bedlam_Ballroom.rar.html

segunda-feira, 30 de junho de 2008

Skavoovie and The Epitones


Skavoovie and The Epitones ( EUA )

Banda formada em Newton, Massachusetts (1994), tem uma tradicional ligação com o ska de 1960, bem como com o som pesado do swing e das big band. Em 1994 ainda, a banda assinou com a "Moon Ska Records" isto quando alguns dos integrantes estavam ainda terminando o Ensino Médio. No ano seguinte (1995) os garotos lançaram seu primeiro álbum "Fat Footin ". Fat Footin foi um dos álbuns mais vendidos de todos os tempos da gravadora.
A sua mescla de velhos e novos estilos de ska é evidente em músicas como "She Sure Can Cook", e com isto, lançaram álbuns na Europa e no Japão, além de aparecerem em mais dezenas de CD's de coletânias do genero.
O amadurecimento da banda por completo veio em 1997, com canções como "Blood Red Sky".

Após mais de mil shows realizados na Europa, Japão e EUA, a banda ficou inativa, em 1999, isto porque, alguns membros entraram para a faculdade. Hoje em dia os antigos integrantes do Skavoovie and The Epitones seguem separados, alguns tocando em outras bandas, alguns trabalhando com produções/gravações e outros fora do segmento musical.

Formação:
Ansis Purins (Vocal)
Ben Herson (Bateria)
Ben Jaffe (sax tenor)
Eugene Cho (Teclados)
Jesse Farber (Trompete)
Eric Jalbert (trompete)
Joe Wensink (bombardino)
Ethan D'Ercole (Guitarra)
Kevin Micka (Guitarra)
Dan Neely (Guitarra)
Ben Lewis (Trompete)
Jon Natchez (Flauta, Sax alto e barítono)
Rob Jost (Baixo)

Discografia:
An Evening With Skavoovie (1994) DEMO
Fat Footin (1995)
Beardman Ska/Riverboat 7" (1996)
Ride (1997)
The Growler (1999)

http://www.geocities.com/SunsetStrip/Arena/7511/skav.htm (Site)

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Download:
Skavoovie and The Epitones - The Growler (1999)


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Tokyo Ska Paradise Orchestra

Tokyo Ska Paradise Orchestra ( Japão )

Abreviada por fãs como "Skapara", a banda japonesa leva aos shows Ska e Jazz de muita qualidade. A banda foi formada em 1985 pelo percussionista Asa-Chang, e inicialmente era composta por mais de 10 veteranos da cena underground de Tóquio. Com o tempo, o som da banda foi amadurecendo e ao longo dos últimos 23 anos, provou que a sua inovação no país têm sido muito influente à musica japonêsa. O som do Tokyo Ska Paradise Orchestra , é produto das influências musicais dos seus numerosos membros, é de uma eclética mistura de tradicional ska, jazz e rock, o que resulta muitas vezes em canções que são puramente instrumentais.

Desde a sua criação ( 1985 ), a banda tem feito muitas excursões no Japão, porém, de alguns anos pra cá, a banda excursiona-se extensivamente em todo o mundo.

Dowload:
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Tokyo Ska Paradise Orchestra - Wild Peace:
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Tokyo Ska Paradise Orchestra - Perfect Future:
Para ouvir:
Para baixar:
ou
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Tokyo Ska Paradise Prchestra - Answer:
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Tokyo Ska Paradise Prchestra - Pionners
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quinta-feira, 26 de junho de 2008

Babylon Circus

Babylon Circus
Origem: Lyon , França

Banda de Ska e Jazz formada em 1995 que possui três CD's e alguns EP's. Embora sejam praticamente desconhecida na América Latina, eles ja fizeram mais de 600 shows em toda a Europa, e já excursionaram tanto na Síria quanto na Austrália.
O grupo canta tanto em francês quanto em Inglês, e por vezes, misturam as duas linguas na mesma canção. "Dances of Resistance" é o albúm mais recente da banda, foi gravado em 2004 e em grande parte tem um tema anti-guerra embutido.

Discografia:
1996: Demo #11997: Musika
1999: Tout va bien (PE)
2001: Au marché des illusions
2004: Dances of Resistance
Formação:
Biloul - vocais
Basile - baixo
Olivier - claviers
Jo - guitarra,
David - vocais, guitarra
Laurent - trompete
Vicente - sax, clarinete
Rimbaud - sax, clarinete, acordeon, flauta
Clemsent - trombone, tuba
Dade - bateria


terça-feira, 24 de junho de 2008

Mutandina


Mutandina
( Argentina, 1990 )

A mistura de estilos musicais criada pela banda, resulta em algo que pode ser conciderado diferente e pessoal, onde as influências jazz, salsa, funk, ska, rock, pop, música brasileira e latina podem ser encontradas de maneira profunda.
Os membros do Mutandina reuniram-se no início dos anos 90, onde alguns estudantes da Argentina La Plata National University decidiram se unir para fazer parte da primeira formação da banda. Cada um deles passou vários anos tocando com diversas bandas, e só no ano de 2000
formaram o Mutandina como é hoje. No ínicio tiveram a intenção de criar um som que era distinto, sem preconceitos e sem estilo rígido, e logo veio a tona a mistura de estilos que faziam parte de sua experiência e das experiências pessoais de cada integrante, resultando em uma mistura decididamente " maluca" fundida constantemente com elementos da musica argentina.

Os membros do Mutandina são:
* Ariel "Cordero" Polenta - piano, teclado, back
* Christian "Turco" Fahiad - bateria, percussão
* Nicolas Luis Humberto "Rigo" Quesada - guitarras, vocal
* Marcos "Mariomarqueti" Archetti - baixo, back
* Matias "Mato" Ruiz - guitarra , violão, sax tenor, composições, arranjos

http://www.myspace.com/mutandina
http://www.mutandina.com.ar/

Abaixo, vídeo da música " Dale " ...

JOHN CONLTRANE


John William Coltrane (Hamlet, Carolina do Norte, 23 de Setembro de 1926 falecido em Long Island, Nova Iorque, 17 de Julho de 1967)
Belissimo saxofonista e compositor de jazz. Atuou principalmente durante as décadas de 50 e 60 e é conciderado pela crítica especializada como o maior sax tenor da história do Jazz e um dos maiores jazzistas e compositores deste gênero de todos os tempos. Sua influência no mundo da música ultrapassa os limites do Jazz, indo desde o rock até a música erudita.

Embora ele tocassem antes de 1955, seus principais anos foram entre 1955 e 1967, onde durante este tempo reformou o jazz e influenciou gerações de outros músicos. As gravações de Coltrane foram prolíficas: ele lançou cerca de 50 gravações como líder nos 12 anos de carreira, e apareceu em outras muitas lideradas por outro músicos. Através de sua carreira, a música de Coltrane foi tomando progressivamente uma dimensão espiritual que iria consagrar seu legado musical.
Junto com os saxofonistas tenores Coleman Hawkins, Lester Young e Sonny Rollins, Coltrane mudou as perspectivas de seu instrumento.

Coltrane começou sua carreira tocando em várias big bands após o fim da Segunda Guerra Mundial, como também tocou com vários gigantes do Jazz como Dizzy Gillespie e Paul Chambers antes de tornar-se a estrela que mais tarde brilhou.


De 1955 a 1960 fez parte do histórico quinteto de Miles Davis ( Para saber mais procurem por Miles Davis aqui no TORTILLAS ), tendo participado de discos memoráveis como Cookin', Relaxin', Steamin', 'Round About Midnight e Workin', todos de 1956. No ano seguinte gravou seus primeiros álbuns como líder, tendo "Blue Train" alcançado maior destaque no meio jazzistico. Essa foi a sua primeira grande fase como músico, embora tenha sido um período muito difícil em sua vida pessoal, devido à um vício em heroína, adquirido no final dos anos quarenta e resultando no seu desligamento do quinteto em 1957.
Em 1958, Coltrane foi recontratado por Miles Davis iniciando sua grande fase como sideman. Nos próximos anos gravaria dois álbuns que entrariam para a História do Jazz:
"Milestones" (1958) - Cool Jazz .
"Kind of Blue"(1959) - Cool Jazz.

P.S.: O sexteto de Miles Davis, além de John Coltrane, contava com outros dois grande músicos do Jazz: o célebre pianista Bill Evans e o grande contra-baixista Paul Chambers.
Em 1960, após deixar o conjunto de Miles, Coltrane iniciou uma nova fase, liderando um quarteto com McCoy Tyner ao piano, Jimmy Garrison ao contrabaixo e Elvin Jones à bateria, e iniciou uma ousada e inédita exploração do espaço sonoro jazzístico. Coltrane desenvolveu um estilo absolutamente próprio, onde predominavam as chamadas sheets of sound.
A produção do quarteto de Coltrane entre 1960 e 1965 é um marco na história do jazz, comparável ao quinteto de Miles. E em 1964 o quarteto cria aquela que é unanimamente considerada sua obra-prima: "A Love Supreme".

Embora vindo do hard bop, o Coltrane de 1955 a 1965 já podia ser considerado em certo sentido um precursor do Free Jazz, porém, em 1965 sua ligação com a geração " free" se torna ainda mais direta, quando une-se a músicos como o baterista Rashied Ali, os saxtenoristas Archie Shepp e Pharoah Sanders, entre outros.
Bastante religioso, Coltrane imprimiu às suas obras de 1965-1967 um forte conteúdo religioso e místico. Morreu repentina e prematuramente, em 1967, aos 40 anos, de câncer no fígado. Após sua morte, uma grande quantidade de gravações inéditas foi sendo localizada e lançada, permitindo ao público avaliar melhor o quão monumental é sua obra.

Discografia como sideman:
Cookin' with the Miles Davis Quintet (1956)
Relaxin' with the Miles Davis Quintet (1956)
Steamin' with the Miles Davis Quintet (1956)
Working' with the Miles Davis Quintet (1956)
Thelonious Monk with John Coltrane (1957)
Monk's Musix (1957)
Milestones (1958)
Kind of Blue (1959)

Acima segue video ( baixa qualidade ) de John Coltrane tocando " A love Supreme "

quinta-feira, 19 de junho de 2008

MIles Davis - O Deus do Trompete


Miles Dewey Davis Jr nasceu no dia 26 de maio de 1926 e faleceu em 28 de setembro de 1991.
Foi um importante trompetista, compositor e bandleader de jazz norte-americano.
Considerado um dos mais influentes músicos do século 20, Davis esteve na vanguarda de quase todos os desenvolvimentos do jazz desde a Segunda Guerra Mundial até a década de 90. Ele participou de várias gravações do bebop e das primeiras gravações do cool jazz. Foi parte do desenvolvimento do jazz modal, e também do jazz fusion que originou-se do trabalho dele com outros músicos no final da década de 60 e no começo da de 70.


Miles Davis pertenceu à uma classe tradicional de trompetistas de jazz, que começou com Buddy Bolden e desenvolveu-se com Joe "King" Oliver, Louis Armstrong, Roy Eldridge e Dizzy Gillespiee. Ao contrário desses músicos ele nunca foi considerado com um alto nível de habilidade técnica. Seu grande êxito como músico, entretanto, foi ir mais além do que ser influente e distinto em seu instrumento, e moldar estilos inteiros e maneiras de fazer música através dos trabalhos com seus grupos, em que muitos dos mais importantes músicos de jazz fizeram seu nome na segunda metade do século 20.Davis foi postumamente incluído no Rock and Roll Hall of Fame, em 13 de Março de 2006. Ele foi também incluído no St. Louis Walk of Fame, Big Band and Jazz Hall of Fame, e no Down Beat's Jazz Hall of Fame.

Miles Davis ...

Um dos maiores trompetistas da história do jazz, começou a carreira em 1945, amparado por dois gênios do gênero, Charlie Parker e Dizzy Guillespie, tocando bebops. Ousado e abusando das possibilidades de seu instrumento, contribuiu para que se inaugurasse um período fértil de fusão do jazz com outros ritmos, de onde surgiriam o cool-jazz, o jazz modal e o jazz-rock.


Mais pra frente farei um post dedicado apenas a CHARLIE PARKER, DIZZY GUILLESPIE, BUDDY BOLDEN, JOE " KING" OLIVER e LOUIS ARMSTRONG.

quarta-feira, 18 de junho de 2008

New York Jazz Ska Ensemble


O New York Ska-Jazz Ensemble confirmou algumas apresentações no Brasil.
O grupo formado em 1994 mostra uma mistura única de gêneros como o ska e o reggae jamaicano junto com improvisações do jazz norte-americano. Em tantos anos de estrada já dividiram palco com uma grande variedade de artistas, como os The Wailers, Manu Chao, Ziggy Marley, Alpha Blondie, Special Beat e outros.
Após sua primeira visita ao Brasil a banda embarca para sua trigésima turnê europeia, data que coincide com o lançamento do nono álbum do grupo, intitulado "Step Foward" e do primeiro DVD do grupo, gravado em Bilbao, no País Basco, Espanha.
Confira as datas da turnê brasileira abaixo:
26/06/2008 Curitiba
27/06/2008 São Paulo
29/06/2008 Rio de Janeiro
30/06/2008 Brasília

Maiores informações http://www.mtv.uol.com.br/
Postarei vídeos da banda depois.

Muchachito Bombo Infierno


Banda espanhola que realiza um mistura um tanto quanto inusitada. Misturando bumbo com violão, contra baixo acústico e trompete, piano e pintura ... o Muchachito traz em seus shows uma levada jazz muito interessante.
O grupo é liderado por Muchachito (Jairo Perera), vocal, guitarra e bumbo, Tito Carlos (teclados), Josué "El Ciclón" (trompete), Hector Bellino (bateria), El Lere (contrabaixo), e "Gigoleto Brass" (sax), Martin "Lusurius" e David "El Niño" (trombone), Oscar Bass e Alberto "El Jaguar Del Paralelo" (trompete) e o músico dos pincéis Santos De Veracruz (pintor que cria um quadro durante todos os shows). Pouco a pouco, os membros da banda foram-se juntando para formar Muchachito Bombo Infierno, que se apresentou pela 1° vez no Apolo de Barcelona em 2004. Haviam tambem gravado um curto material com a ajuda de Joan Garriga e Tomás Arroyos para divulgar o trabalho. Graças ao exito dos shows, abriu-se a possibilidade de gravar um disco de verdade: "Vamos que nos vamos", este, com um venda de +- 20.000 copias na Espanha. Em maio de 2007 saiu seu segundo disco à venda, que leva por nome "Visto lo visto" e a turnê começou neste mesmo mês em sua cidade de origem: Barcelona.
Quem sabe algum dia eles deem as caras por aqui!?

http://www.muchachitobomboinfierno.com/

http://www.myspace.com/muchachitobomboinfierno