quinta-feira, 31 de julho de 2008
Renato Carosone - Tu Vuo' Fa' L'Americano
Ouvi pela primeira vez esta musica num show do Canastra em uma versão muito bem tocada, porém, só fui me recordar dela através do Sr. Paulo Tardelli, por isto, o agradecimento especial pela indicação vai para ele. Valeu!
Renato Carosone

Renato Carosone (Itália)
Renato Carosone nasceu em 03 de janeiro 1920 e veio a falecer em 20 de Maio de 2001. Renato foi uma das maiores figuras do cenário italiano musical na segunda metade do século 20, foi também um moderno executante da chamada "canzone napoletana" icorporando um jazz de altíssima qualidade em seu repertório.
Nascido em Nápoles (Itália), Carosone estudou piano em sua cidade natal em um consevatório e obteve o diploma de musico em 1937, quando tinha apenas 17 anos. Logo o garoto se destacou e assinou um contrato como um líder de banda para uma turnê na África. Após esse trabalho, ele acabou ficando em Addis Abeba(África) trabalhando como um "pianoplayer".
Em pouco tempo ele se tornou bastante conhecida realizando uma centena de shows como lider de banda, porém, retornou à Itália apenas em 1946, após o fim da Segunda Guerra Mundial.
Esses quase dez anos passados no estrangeiro expos o agora homem Renato Carosone a novos ritmos e novos sons, contudo, apesar de seu sucesso internacional obtido nestes anos de trabalho, seu som não era reconhecido em seu país, e Renato Carosone era um estranho para o público italiano, e isto fez com que o pianista tivesse de começar a sua carreira novamente, tocando piano em algumas pequenas bandas de dance-hall.
Em 1949 Carosone realmente montou a banda com quem iria fazer sua história.
O pianista italiano se juntou ao guitarrista holandes Peter Van Wood, ao baterista italiano Gegè Di Giacomo e ao baixista, violinista e violonista húngaro Gypsy Elek Bacsik.
A banda obteve algumas alterações mais tarde, sofrendo com a saída de Van Wood e integrando novos musicos em sua formação.
Durante a década de 1950 Carosone se tornou mais e mais popular, e sua orquestra foi de grande procura para concertos na época, tanto na Itália como em paises do estrangeiro, além é claro dos altos registros de vendas de seus trabalhos.
Um exemplo de seu sucesso no mundo inteiro: A canção Torero (especialmente composta para um turista espanhol) permaneceu por 14 semanas em 1° lugar nos EUA, sendo traduzida para 12 idiomas e tendo nada menos do que 30 versões registradas na época.
Em 5 de Janeiro de 1957 Carosone e sua banda começaram uma turnê de +- 02 anos pela américa, passando por diversos países e tocando em diversas casas de shows. O último concerto foi uma triunfal e prestigiosa apresentação em Carnegie Hall (Nova York), sendo esta, uma das últimas apresentações da banda, pois em 1960 Renato Carosone resolveu se "aposentar".
Opinião: Ótimo pianista, que faz misturas muito interessantes. Um som muito inovador para sua época.
Homem muito inteligente, soube encerrar sua carreira no auge.
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Big D & The Kids Table

Big D & The Kids Table (EUA)
A banda já nasceu voltada para a terceira onda ska, misturando Ska "moderno", punk e naipe de metais de qualidade. Foi formada em outubro de 1995, em Allston, Massachusett (EUA).
Os primeiros trabalhos da banda começaram com seu próprio selo e produtora o "Fork In Hand Records" e logo após a banda entrou para as produtoras "Springman Records" e "Side One Dummy".
A banda possui algumas referencias e "amigos" dos quais podemos ter alguma base do que a BIG D & THE KIDS TABLE faz em seu som, segue: Less Than Jake , Streetlight Manifesto , Catch 22 , The Mighty Mighty Bosstones , Dropkick Murphys , Voodoo Glow Skulls , Mustard Plug , Rancid , Alexisonfire ,
Desde o ano 2000 a banda toca regularmente na "Vans Warped Tour", "Ska Tour" e "the Ska is Dead tour" e desde o outono e inverno de 2007 a banda embarca em sua primeira vez em larga escala "headlining tour, Steady A Riot Tour".
Opinião: Apesar de não conhecer muito a banda, ela parece ser legal. Tenho que adimitir que não é de minhas favoritas, porém, muitas musicas são envolventes e o naipe de metais da banda é muito bom.
Ah, a voz do vocalista também me agrada.
Pra quem gosta muito de Ska-Core e Ska-Punk, a banda pode cair muito bem.
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Integrantes:
David McWane - Vocal
Sean P. Rogan — Guitarra, vocais
Steve Foote — Baixo
Jon Reilly — Bateria
Dan Stoppelman — Trompete
Ryan O'Connor — Saxofone tenor
Paul E. Cuttler — Trombone
Discografia:
Split 7" with Lounge (1997, n/a)
Shot By Lammi (Split with Drexel) (1997, Fork In Hand Records)
Live EP (1998, Fork In Hand Records)
Good Luck (1999, Asian Man Records)
The Gipsy Hill EP (2002, Fork In Hand Records)
The Gipsy Hill LP (2002, Household Name Records)
Look What You've Done (Split with Five Knuckle) (2003, Household Name Records)
Porch Life (2003, Fork In Hand Records)
Split 7" with Melt Banana (2003, Fork In Hand Records)
How It Goes (2004, Springman Records)
Salem Girls (2005, Springman Records)
Beijing To Boston (Split with Brain Failure) (2007, Bad News Records)
Noise Complaint EP (2007, SideOneDummy Records) iTunes Only Exclusive
Strictly Rude (2007, SideOneDummy Records)
Strictly Mixed and Mashed (remix album with dj BC) (2008, Fork In Hand Records)
Downloads:
Strictly Mixed and Mashed (2008)
Strictly Rude (2007)
Beijing To Boston (2007)
SALEM GIRLS (2005)
How It Goes (2004)
Big D And The Kids Table and Melt Banana (2003)
The Gipsy Hill (2002)
Good Luck (2000)
Shot By Lammi (Big D And The Kids Table/Drexel) (1997)
The Gipsy Hill
Those Kids Suck
The Difference
Strictly Rude
Lounge
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terça-feira, 29 de julho de 2008
Chala Madre

Chala Madre (Uruguai)
Chala Madre surgiu no início de 2003 e é formada por seis instrumentos, sendo um quarteto clássico de rock (duas guitarras, baixo e batería) acrescidos de um sax e um trompete.
A ideia fundamental da banda sempre foi o desenvolvimento de canções e, acima de todas as coisas, conseguirem tocá-las no maior número de lugares possíveis.
O primeiro CD lançado, chamado "Hay que salir", foi uma produção independente de muito sucesso, que mais tarde acabou sendo apoiada pelo selo "Montevidéu MG".
“Hay que salir” levou a banda a tocar em quase todo o Uruguai, muito poucos lugares deixados sem visitar, sem ter a banda em algum estágio. Em Montevidéu a banda teve shows memoráveis, tais como o show no "Teatro de Verão", e um show compartilhado em uma praça com Manu Chao
Com apenas este primeiro álbum lançado,participaram de edições do "festival X", uma festa muito popular de seu país, onde mais de quinze mil pessoas puderam ver a banda na capital Uruguaia. Em 2006 partiparam pela primeira vez na quarta edição do "Rock in Pilsen Durazno", tocando para mais de uma centena de milhares de pessoas, e sendo conciderados uma das melhores bandas do festival.
Do ano de 2006 em diante a banda realmente "estorou" em seu país e começou estender seus shows e CD's por toda américa latina, principalmente na Argentina.
Chala Madre já realizou mais de cento e cinquenta apresentações ao longo de seus 5 anos de vida.
"Ahora es tiempo de seguir tocando, de seguir llevando las canciones a cada rincón del país y de seguir comunicando, tocando y cantando, junto a la gente que les abre los brazos, junto a ustedes" (Andrés Baltrán, Vocalista e Guitarrista).
Opinião: Por ser um som mais voltado ao Reggae, muitas pessoas que defendem o Ska um pouco mais pesado podem achar o som não muito agradável, porém, pra quem gosta de inovações, melodias bem definidas e bandas como MANU CHAO e LA VELA PUERCA é um som altamente recomendado. Ao meu gosto é uma banda interessantissíma, a começar pela dedicação que os integrantes tem para com a banda ( pelo menos aparentam ).
Site Oficial
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Download ( Hay que Salir - 2005 )
Discografia:
Hay que Salir
Hoy és el Día
Integrantes:
Andrés Baltrán (Guitarra e Vocal)
Nicolás Sánches (Trompete)
Leo Betancour (Sax)
Diego Munúa (Bateria)
Marcos Keldjian (Baixo)
David Griscti (Guitarra)
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quinta-feira, 24 de julho de 2008
Cuatro Pesos de Propina - Solari
Créditos para:
LOS RECOMENDADOS MP*
É o blog de um amigo uruguaio que tem alguns materiais bem interessantes.
Inclusive, quem me indicou esta banda foi ele. Gracias!
Cuatro Pesos de Propina

Cuatro Pesos de Propina
Opinião: Banda muito legal, um som que possui caracteristicas de bandas como MANU CHAO e também de bandas como ONCE TIROS. Assim como na maioria das bandas de SKA latino-americanas, o som é altamente envolvente, e a mistura do ska jamaicano com as guitarras do rock e os ritimos latinos torna-se marca evidente no som da banda. ÓTIMO SOM!
Discografia:
Se está complicando (2007)
1. pirata
2.la planta
3.solari
4.que no te pierda
5.la naturaleza
6.la balacera
7.sacamela (basta)
8.vente pa' qui
9.glu glu
10.no habrá forma del dolor
11.la ventana y maría
12.la máquina
13.latino
14.tocata mañanera
15. .........
16.más allá
17. .........
DOWNLOAD
PARA OUVIR
Demo (2006)
1.la planta
2.solari
3.puñeta
4.la balacera
5.sacámela
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Bill Evans

Bill Evans
William "Bill" John Evans nascido em Plainfield em 16 de agosto de 1929, foi considerado um dos mais importantes músicos de jazz da história, sendo até hoje uma das referências do piano de jazz pós-50.
A utilização da harmonia impressiona até hoje, e pode ser notada em interpretações inventivas do repertório tradicional de jazz e suas linhas melódicas sincopadas e polirrítmicas influenciando toda uma geração de pianistas, incluindo Herbie Hancock, Denny Zeitlin, Chick Corea, e Keith Jarrett, e seu trabalho continua a influenciar jovens pianistas como Fred Hersch, Esbjörn Svensson, Bill Charlap, e Lyle Mays e outras instrumentistas como o guitarrista John McLaughlin.
Evans foi o primeiro pianista moderno "modal". Seu fraseado elegante e suas harmonias sofisticadas indicam influências de Debussy, Ravel e, recuando um pouco no tempo, até mesmo Chopin.
Devido a sua grande qualidade técnica Evans teve a oportunidade de gravar em vários contextos com alguns dos maiores nomes do jazz de sua época, entre eles George Russell, Charles Mingus, Oliver Nelson, e Art Farmer.
Sua carreira foi encurtada devido a problemas com drogas, que minaram severamente sua saúde; no entanto, Evans conseguiu manter um alto padrão de qualidade musical em sua discografia e morreu de insuficiência hepática e hemorragia interna prococada pelo uso continuado de heroína e cocaína.
Discografia:
New Jazz Conceptions (1956)
Everybody Digs Bill Evans (1958)
Green Dolphin Street (1959, só lançada nos anos 70)
Portrait in Jazz (1959)
Explorations (1961)
Sunday at the Village Vanguard (1961)
Waltz for Debby (1961)
How My Heart Sings (1962)
Interplay (1962)
Moonbeams (1962)
Conversations With Myself (1963)
The Solo Sessions (2 volumes 1963)
At Shelly's Manne Hole (1963)
Waltz for Debby (com Monica Zetterlund) (1964)
The Ivory Hinters (com Bob Brookmeyer (piano)) (1959)
Undercurrent com Jim Hall (1963)
Trio '64 (1964)
Trio '65 (1965)
Bill Evans Trio with Symphony Orchestra (1965)
Bill Evans at Town Hall (1966)
Intermodulation (com Jim Hall) (1966)
Symbiosis (1974)
Opinião: Sem palavras! Um dos melhores pianistas do mundo. Som muito agradavel. RECOMENDADÍSSIMO!
Site Oficial
Downloads:
THE COMPLETE RIVERSIDE RECORDINGS - Parte 1 (CD1)
THE COMPLETE RIVERSIDE RECORDINGS - Parte 2 (CD1)
THE COMPLETE RIVERSIDE RECORDINGS - Parte 1 (CD2)
THE COMPLETE RIVERSIDE RECORDINGS - Parte 2 (CD2)
THE COMPLETE RIVERSIDE RECORDINGS - Parte 1 (CD3)
THE COMPLETE RIVERSIDE RECORDINGS - Parte 2 (CD3)
Senha: evans
Waltz for Debby - Parte 1
Waltz for Debby - Parte 2
Stan Getz & Bill Evans
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Planet Smashers
Planet Smashers ( Canadá )Banda de Ska-Punk formada em Montreal ( Canadá ) em 1994. A banda têm sido de grande relevancia no cenário musical de seu país, porém, rapidamente passaram do nível nacional para o internacional tocando em turnês pelos Estados Unidos, Europa e Japão.
O Planet Smashers foi fundado por Matt Collyer, que juntamente com a banda fundou a produtora "Stomp Records" também em 1994. Esta produtora realiza um grande incentivo a bandas de ska e ska punk (Montreal's Miguel Tapadas, The Flatliners, O know how e Bedouin Soundclash), auxiliando em turnês e gravações para as bandas.
Opinião: Banda legal, com vocais bem punk pop e melodias pegajosas. Pro pessoal que gosta de bandas mais novas e com um som mais " jovem " a banda torna-se bem interessante.
Formação:
Matt Collyer (guitarra, vocais)
Andrew Lattoni (trombone , backing)
Neil "Lonestar" Johnson (saxofone tenor, vocais)
Dave Cooper (baixo , Backing)
Brenton Fred (bateria)
Discografia:
Unstoppable ( 2005 )
TEN ( 2004 ) (DVD)
Mighty ( 2003 )
Fabricated ( 2002 )
No Self Control ( 2001 )
Smash Hits ( 1999 )
Life of the Party ( 1999 )
Attack of The Planet Smashers ( 1997 )
Inflate to 45 RPM ( 1995 )
The Planet Smashers ( 1995 )
Meet The Planet Smashers ( 1994 )
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Discografia
Para ouvir Planet Smashers ( MIGHTY) clique AQUI
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terça-feira, 22 de julho de 2008
Mighty Mighty Bosstones
Migty Mighty Bosstones ( EUA )Banda surgida em Boston ( EUA ) em 1985, os Bosstones possuem o crédito da criação do genêro SKA-CORE, misurando elementos da terceira onda ska e o hardcore punk. A banda teve um "hiato" em sua história, e em 2003 resolveram "dar um tempo" com as atividades, porém, em 2007 a banda voltou a ativa, fazendo uma turnê pelo Oriente Médio e lançando seu mais novo disco "MEDIUM RARE".
Opinião: Uma das grandes bandas da história da 3° Onda de Ska (Atual). Banda na estrada a muito tempo, o que, convenhamos não é para muitos, e isto somente é possivel devido sua grande capacidade de criação de " hits" aliada a um ótimo instrumental, guitarras bem definidas e um naipe de metais de qualidade.
Além disto a banda é referência para a maioria das banda de SKA da atualidade.
ÓTIMO SOM!
Discografia:
Devil's Night Out
Devil's Night Out
More Noise and Other Disturbances
Don't Know How to Party
Question the Answers
Let's Face It
Pay Attention
A Jackknife to a Swan
Don't Know How to Party
Question the Answers
Let's Face It
Pay Attention
A Jackknife to a Swan
Medium Rare
Live from the Middle East
Skacore, devil and more
Membros:
Dicky Barrett - vocais
Joe Gittleman "the Bass Fiddleman" - baixo
Joe Gittleman "the Bass Fiddleman" - baixo
Tim "Johnny Vegas" Burton - saxofone
Ben Carr - manager, "Bosstone"
Ben Carr - manager, "Bosstone"
Joe Sirois - bateria e percussão
Kevin Lenear - saxofone
Lawrence Katz - guitarra
Chris Rhodes - trombone
Kevin Lenear - saxofone
Lawrence Katz - guitarra
Chris Rhodes - trombone
* Devils Night Out PARTE 2
* Lets Face It
* A Jackknife to a Swan
* Don't Know How to Party
* Live From the Middle East
* Lets Face It
* A Jackknife to a Swan
* Don't Know How to Party
* Live From the Middle East

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sexta-feira, 18 de julho de 2008
quinta-feira, 17 de julho de 2008
Less Than Jake
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Less Than Jake ( EUA )
Banda formada em Gainesville (Florida) que tem como foco principal o Ska-Punk. Criada em 1992 como um "power pop trio", a banda evoluiu em uma mistura de terceira onda de ska e pop punk.
Less Than Jake já lançou sete álbuns e uma série de singles e compilações.
Em 24 de junho de 2008 a banda lançado seu mais novo álbum de estúdio, denominado"GNV FLA". Este laçamento ocorre por seu próprio selo "Sleep Off Records".
Opinião: Banda pertencente a 3° geração do SKA. Ao meu ver, juntamente ao Mad Caddies, o Less Than Jake pode ser conciderado com uma das melhores bandas do segmento Ska-Punk-Pop (??) atual.
Guitarras bem definidas, bons metais e o velho refrão pop que pega em qualquer um que escute as musicas por mais de 3 vezes.
Banda legal.
Guitarras bem definidas, bons metais e o velho refrão pop que pega em qualquer um que escute as musicas por mais de 3 vezes.
Banda legal.
Formação atual:
Chris Demakes - guitarra, vocais
Roger Manganelli - baixo, vocais, guitarra
Vinnie Fiorello - bateria
Buddy "Goldfinger" Schaub - trombone, baixo
Peter "JR" Wasilewski - saxofone, vocais de fundo
Discografia:
1995: Pezcore
1996: Losing Streak
1998: Hello Rockview
2000: Borders & Boundaries
2003: Anthem
2006: In With the Out Crowd
2006: In With the Out Crowd
2008: GNV FLA
http://www.myspace.com/lessthanjake ( My Space )
http://www.lessthanjake.com/home/ ( Site Oficial )
http://www.lastfm.com.br/music/Less+Than+Jake ( Para ouvir LAST FM )
Downloads:
GNV FLA
Para ouvir: http://www.amazon.com/gp/recsradio/radio/B00197U0O4/ref=pd_krex_listen_dp_img?ie=UTF8&refTagSuffix=dp_img
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Relação: Ska x Skinheads
O texto a seguir é de autoria da RASH -São Paulo- (Red & Anarchists Skin Heads>>>> Skin Heads Marxistas e Anarquistas), e conta um pouco desta relação existente entre SKA x SKINHEAD

" ... Ao contrário da imagem generalizada e equivocada, presente no imaginário da maioria das pessoas e difundida pela grande mídia, o movimento skinhead verdadeiro passa longe do racismo, estando de fato ligado ao universo operário, à musica e à integração racial.
Ocorrida na Inglaterra dos anos 60, a origem do movimento skinhead foi resultado da fusão entre rude boys e mods, duas das mais significativas expressões culturais juvenis inglesas até então. Os rude boys eram jovens de famílias jamaicanas, discriminados por sua origem étnica, amantes do ska, do reggae e do soul, que se vestiam com ternos curtos, chapéus porkpie e que de várias maneiras, viviam em confronto com a lei e a ordem. Os mods eram jovens de famílias operárias, discriminados por sua origem social, que ouviam não apenas bandas de rock'n'roll mais visceral, como The Who em sua primeira fase, mas também ska, reggae e principalmente o soul. Os mods vestiam-se de maneira elegante, com ternos, gravatas e sapatos cuidadosamente lustrados. A afinidade musical e estética fez com que rude boys e mods compartilhassem os mesmos ambientes e sentimentos de resistência a uma sociedade que os discriminava.
Ao logo da década de 60, enquanto parte dos mods vinha se distanciando do universo operário e negro, sendo domado pela indústria cultural inglesa, o restante deles, fiéis às suas origens, passaram a se definir como hard mods, acentuando suas características estéticas operárias e de integração com os rude boys. Ganham força os suspensórios, os jeans e as cabeças levemente raspadas. Surgem os skinheads e seu visual clássico.
Os skinheads não eram todos brancos. Muitos rude boys adotaram a nova estética e tornaram-se skins. A música do novo movimento continuava sendo o ska, o reggae e o soul. Bandas e músicos negros ganharam notoriedade dedicando parte de suas composições ao público multirracial do movimento, como por exemplo, a banda de ska Symarip e suas canções Skinhead Moonstomp, Skinhead Girl e Skinhead Jamboree.
O auge do movimento foi o ano de 1969, após o qual este entra em refluxo, com muitos skinheads literalmente pendurando as botinas e deixando para trás uma história de integração racial e social entre explorados e confusões por motivos como o bairrismo, o ganguismo, rivalidades futebolísticas e a aversão a autoridades, mas nunca o racismo, o fascismo ou o autoritarismo. A difusão geográfica do movimento pelo mundo, bem como seu envolvimento com a política, só ocorreria nas décadas seguintes ... "
Da década de 70 para frente o movimento Skinhead sofre grandes mudanças e passa a ter sua imagem e principios alterados.

" ... Ao contrário da imagem generalizada e equivocada, presente no imaginário da maioria das pessoas e difundida pela grande mídia, o movimento skinhead verdadeiro passa longe do racismo, estando de fato ligado ao universo operário, à musica e à integração racial.
Ocorrida na Inglaterra dos anos 60, a origem do movimento skinhead foi resultado da fusão entre rude boys e mods, duas das mais significativas expressões culturais juvenis inglesas até então. Os rude boys eram jovens de famílias jamaicanas, discriminados por sua origem étnica, amantes do ska, do reggae e do soul, que se vestiam com ternos curtos, chapéus porkpie e que de várias maneiras, viviam em confronto com a lei e a ordem. Os mods eram jovens de famílias operárias, discriminados por sua origem social, que ouviam não apenas bandas de rock'n'roll mais visceral, como The Who em sua primeira fase, mas também ska, reggae e principalmente o soul. Os mods vestiam-se de maneira elegante, com ternos, gravatas e sapatos cuidadosamente lustrados. A afinidade musical e estética fez com que rude boys e mods compartilhassem os mesmos ambientes e sentimentos de resistência a uma sociedade que os discriminava.
Ao logo da década de 60, enquanto parte dos mods vinha se distanciando do universo operário e negro, sendo domado pela indústria cultural inglesa, o restante deles, fiéis às suas origens, passaram a se definir como hard mods, acentuando suas características estéticas operárias e de integração com os rude boys. Ganham força os suspensórios, os jeans e as cabeças levemente raspadas. Surgem os skinheads e seu visual clássico.
Os skinheads não eram todos brancos. Muitos rude boys adotaram a nova estética e tornaram-se skins. A música do novo movimento continuava sendo o ska, o reggae e o soul. Bandas e músicos negros ganharam notoriedade dedicando parte de suas composições ao público multirracial do movimento, como por exemplo, a banda de ska Symarip e suas canções Skinhead Moonstomp, Skinhead Girl e Skinhead Jamboree.
O auge do movimento foi o ano de 1969, após o qual este entra em refluxo, com muitos skinheads literalmente pendurando as botinas e deixando para trás uma história de integração racial e social entre explorados e confusões por motivos como o bairrismo, o ganguismo, rivalidades futebolísticas e a aversão a autoridades, mas nunca o racismo, o fascismo ou o autoritarismo. A difusão geográfica do movimento pelo mundo, bem como seu envolvimento com a política, só ocorreria nas décadas seguintes ... "
Da década de 70 para frente o movimento Skinhead sofre grandes mudanças e passa a ter sua imagem e principios alterados.
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1°, 2° e 3° Onda SKA
Abaixo segue três vídeos que podem explicar melhor a diferença existente nas tres ondas de SKA.
1° Onda: Laurel Aitken - Skinhead
2° Onda: Madness - Night Boat To Cairo
3° Onda: Reel Big Fish - Sell Out
Para maiores informações acesse:
http://tortillasdemerengue.blogspot.com/2008/07/histria-do-ska.html
1° Onda: Laurel Aitken - Skinhead
2° Onda: Madness - Night Boat To Cairo
3° Onda: Reel Big Fish - Sell Out
Para maiores informações acesse:
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